Que tipo de amor você cultiva ?

A perguntail_fullxfull.940566914_9hy9 do dia é: que tipo de amor você cultiva ?

Lembre-se você não e o que você fala, você é o que faz, a vida têm dessas coisas minha gente, muita gente fala sobre o amor, publica sobre o amor, mas amar de verdade, esse sentimento mesmo anda em falta.

A vida tem um montão de coisas que a gente pensa: não pode ser desse jeito! Todo mundo pegou consigo aquela velha tese, ‘ olho por olho, dente por dente’, simplesmente  porque se  o cara te trai, a onda agora  é você trair também, se alguém te tratar mal, você tem que necessariamente fazer o mesmo, coisas que eu não concordo, porque não revidar não é ser burro, é ser ético, somente.

Mas a grande pergunta se encontra : onde está você diante de tudo isso ? você é isso mesmo que se reverbera ? você quer se tornar realmente aquilo que te feriu ? Já fui muito indagada sobre isso, acredito que já fui  motivo de chacota também, sobre o NÃO revidar os males que as pessoas te provocam, porque afinal das contas, você é o que você externaliza.  Entenda, você não precisa provar pra ninguém o que você é, o que pensa, afinal, quem nos justifica é Deus.

Digo e repito : não revide o mal, mesmo que aquela pessoa tenha feito uma grande sacanagem com você, seja elegante e amável, trate as pessoas que mais te magoaram com educação, afinal de contas essa é a melhor maneira de mostrar a alguém a sua integridade. Cultive sempre o amor.Leia mais »

Eu, novo ano, o novo Blog

 

tf

Voltei!

Penso o quanto fiquei distante da escrita, do blog comigo, do novo blog, que na verdade não é mais novo, que hoje, depois de tanto tempo voltei.

Voltei a escrever não por pressão, mas por urgência, essa tão saga da vida, que é sermos nós. Olhando essa pagina em branco, me pergunto, mas como Samara, como você ficou esse tanto tempo sem escrever ? A resposta certa é : Porque simplesmente ninguém faz nada pela metade, é preciso ter corpo,  é preciso ter alma, é precisa ter coração. Vai muito além do que letras, do que um simples texto.

Os anos não se passam, eles voam, já dizia Manuel de Barros. Olhando essa página em branco, não consigo decifrar como foram esses anos, desde  a parada da escrita, o que consigo escrever é que foram muitos, muitos aprendizados, de sangrar alma, mas de uma tamanha firmeza do que a gente é, do que a gente quer, do que a gente pretende ser.

Foi tudo tão intenso, que de vez em quando eu grito, nossa, errei a data do ano de novo. A vida tem dessas coisas, coloca a gente de cabeça para baixo, depois de um tempo de resiliência, ela diz – tá bom garota, agora vamos voltar ao normal.

A vida é de uma realeza sem tamanho, ela tem a mania de mudar sonhos, coração, prioridades. Talvez esse seja o único ano que não fiz listinha de pedidos, aí fiquei pensando, ” menina vamos de uma só vez, vamos com calma, hein ”

Tenho planos, é claro, como todo mundo, anotei no coração, não revelo a ninguém, seria demais para mim, ouvir eles sendo reverberado aos quatro ventos, ainda continuo possessiva. Coisa minha, não quero dividir.

Meu desejo mesmo a cada dia é ser eu, é continuar na escrita, é buscar a ser grata, é amar mais, e ponto. Existe outra forma melhor de viver ?

Talvez continuo pecando pelo excesso, esses anos me fizeram tentar controlar essa minha estranha mania de amar demais, além do que meu coração possa suportar.

É coisa minha. Hoje eu estou feliz, espero que esse meu cantinho eu não desista, não desista de escrever, não desista de ser eu, não desista de nada, absolutamente nada que me importa.

Pai ganhou uma garrafa de vinho esses dias, acho que já posso comemorar o retorno, já posso brindar e dizer, 2017 já comecei com o pé direito.

Tenho grandes novidades por aqui, logo logo vai ter post novo. Feliz 2017, feliz ano novo pra mim, afinal de contas, não existe dia certo pra ser feliz !

Um beijinho, até a próxima.

o vale

O passar pelo vale de Deus há muitos questionamentos, muitas perguntas, e muito silêncio, e poucas respostas. Não há como fugir, somos finitos, poucos, e rasos em sentimentos, e ratifico, não há como fugir, quando esse desdenhoso vale chega, o que nos resta, é passar.

Mas, apesar de tudo, das nossas dores, dos nossos questionamentos, das dúvidas, e das respostas ditas em silêncio, por Deus, é importante entender que, mesmo com todas as adversidades, tudo se esclarece.

A gente percebe quem é amigo de verdade, quem é o verdadeiro amor, quem somos nós, e aonde queremos chegar. Aí no silêncio de Deus tudo de responde, assim, de devagar e calmo como o costurar dos tecidos, pouquinho a pouquinho, linha a linha. Tendo como o final de tudo e o inicio também, que Deus é Deus, pois na verdade, ele não mente, não fere, e nos ama, acima de tudo incondicionalmente.

apesar de nós

e

Ninguém desiste de um amor, desses que transborda dentro da gente, por ausência de esperança, de carinho, de afeto. Mas se desiste mesmo, por excessos. Excessos de ser mais a gente do que a gente é, excessos de carinho, de cuidado, do conjugar do verbo querer.

É tempo de conjugar o ‘nós’, sem particularidades, deixando de ser um e passando a ser dois, porque afinal das contas, amar não é metade, amar é soma, e multiplicar-se , grandemente.

Tudo muda, sem mesmo a gente perceber, principalmente por dentro, com delicadezas, com amor, pois ele existe, devemos apesar de tudo, não deixar de crer, mas buscar, um dia floresce, um dia ele fica, pra vida inteira.

Eu sei, assim como você, que há dias de chuva, mas como a gente bem sabe, depois de tantos descompassos, inevitavelmente, tudo floresce, de um jeito novo, de uma maneira nova, em um jardim novo.

É preciso pensar nesse tempo, nos revestir do novo, buscar de todas as formas carregar apenas o melhor, doar o melhor, do que realmente somos, e temos.

O amor sempre vai existir, apesar de nós, apesar de nossas fragilidades, que esse seja o meu e o seu desejo. Com amor, muito amor.

 

feliz ano velho!

p

2015 voou assim feito passarinho, assim como os dias da minha vida. 2015 foi o ano difícil, desses de doer na alma, de muito choro, muitas quedas, de ralar o joelho e sangrar sem fim. 2015 foi o ano difícil, mas de um enorme aprendizado, desses que nos muda, como nunca.

Escrevendo esse texto, percebi o quanto mudei, quanto meu mundo mudou, só que dessa vez não foi preciso um novo visual, nem um emprego daqueles, e muito menos uma viagem para o exterior, mas vou te confessar, foram mudanças profundas viu?!

Já fiz listinhas de pedidos nos finais dos  anos passados, já fiz projetos os quais não consegui concluir e deixei pela metade.  E hoje mudei nisso também, não vou escrever, nem deixar registrado assim como no blog passado. E quanto ao ano de 2016? Vai conta…

Não há o que pedir, pedir, pedir.. há apenas o que se conquistar, o que se viver. Ser feliz com o que a vida nos proporciona, apenas navegar sem medo, que é o que precisamos. É o que nos faz feliz, é o que me deixa feliz.

O importante é ter saúde, para não se perder o rebolado, e não deixar a peteca cair, né.. Sei que 2016 será um ano incrível, é o meu desejo, vamos desejar amor, paz, e muita alegria, porque afinal das contas, é muito caos nesse mundo, tá faltando amor, como já dizia Criolo, só que dessa vez não é somente em São Paulo, mas no mundo inteiro.

Meu único desejo aqui por dentro, confesso gente, é voltar a escrever, ando meio longe, vocês sabem, e eu também, então como minha mãe sempre diz : “ AVIA MENINA” !

Palavras de gratidão para encerrar o ano:

As minhas amigas Cylene e Suzana, o meu obrigada por ter me aguentado esse ano,  sei que foi necessário muita paciência nessa vida.  E aos meus pais, dona Sônia e seu Albério, o meu amor, e a minha gratidão eterna por me suportar nesses 26 anos.

Feliz ano velho pra você GENTE, que 2016 chegue logo e floresça com amor, muito amor.

urgências

cropped-pap.jpg                                                   ( imagem : google)

A vida vai apresentando suas urgências, dessas que encaixa na nossa vida, no nosso coração. Tem que ser assim, chega um momento é que é preciso largar tudo, e não fazer absolutamente nada, porque na verdade fazer tudo cansa. Cansa alma, cansa perna, cansa coração.

É preciso ver além, é preciso sentir, o melhor de nós. Estou nesse momento, em uma nova fase, na vida profissional e na pessoal. Não há jeito, tudo muda, e como muda.  A gente vai aprendendo a conviver com a gente, diante das mudanças, que na verdade, elas são sempre necessárias.

Estou com uma esperança escondida, por dentro, esperando dias melhores, nesse novo caminho, é sempre bom, é preciso. A gente muda de emprego, muda de coração, e principalmente muda de nós.

É um processo, um mundaréu de coisas, leva tempo a gente deixar a casa como ela sempre esteve, ou talvez como ela nunca esteve, é preciso. A gente vence um montão de coisas, modifica um montão delas, a gente sobrevive.

É seguir, um dia a felicidade nos abraça, mas enquanto isso, a gente rema, para que as coisas melhores aconteçam, como você sabe, elas acontecem, com a nossa permissão, ou não…

As julietas do século XXI

JJJ                                                 imagem: google

Li esses dias através de uma publicação de um amigo no facebook, sobre a paixão de Romeu e Julieta, aquela linda história clássica de um amor proibido, que depois da linda história que sobreveio a morte, se tornou imortal no coração dos apaixonados. O enredo foi escrito pelo William Shakespeare , sobre uma deliciosa paixão juvenil ocorrida em 1591 a 1595. Mas diferentemente da historia clássica que já conhecemos, o texto se refere à outra vertente daquele romance .

O autor Anatomy afirma que Julieta era uma idiota e que ela havia se apaixonado por um cara que ela sabia que não podia ter, e foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo e beber uma garrafa de vinho, já que segundo ele, então ela simplesmente teve o que merecia. Diante dessas duas vertentes , eu fiquei a pensar sobre essa historia de amor, na ótica de Shakespeare, com a sua visão do amor que tanto nos faz suspirar, refletindo outro final, outro enredo, que como sabemos, já não se pode ter.

Assim como as palavras de Anatomy, através do seu realismo escancarado, me fez lembrar do romance proibido de Machado de Assis,  como o romance ( Helena) ao  também viver um amor proibido. Isso me fez refletir sobre todas as Julietas do século XXI, elas que hoje sofrem, e amam de uma forma grandiosa a mesma pessoa, mesmo sabendo das suas fragilidades, e das suas incertezas.  As Julietas  de hoje, são tão apaixonadas como a de Shakespeare e tão realistas como Anatomy, que inúmeras vezes faz suas próprias escolhas, na certeza das suas consequências, tendo como o vertente de todos os seus desejos, o AMOR. É pra ser sincera, o desejo de todas Julietas desse mundo é amar, é ter o seu amor ao lado, nem que seja por um instante, nem que seja por um olhar, por uma poesia.

As Julietas dos séculos XXI apesar de todo o realismo, da sua condição, dos defeitos e das qualidades , elas são quem elas são, e não se envergonham disso. O amor ainda é uma escolha, amar é se propor a sentí-lo, amar independente do ontem, e do hoje,  ainda é uma predisposição a sentir a presença de alguém no invisível, onde ninguém toca, onde ninguém vê , onde não se julga, é apenas uma condição e escolha individual.

As Julietas do século XXI, muitas vezes, também morrem por dentro quando o verdadeiro amor se acaba, quando tudo aquilo que acreditou ser, não passava apenas de uma ilusão. E mesmo com tudo isso, ela consegue sobreviver e renascer para o amor de novo. As julietas de hoje, morrem de pé, mortes essas passageiras, elas sempre (re)nascem do caos.. E para o amor é preciso concordar com Vinicius de Moraes, “que seja eterno enquanto dure”.

Texto do facebook na íntegra:

A Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter. Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro, que triste. Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia. E até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz. Você pode desperdiçar sua vida construindo barreiras e fronteiras ou então você pode viver ultrapassando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a se arriscar, a vista do outro lado é espetacular. Grey’s Anatomy